WHATSAPP (71) 99170-0494 - Seg a Sex das 8h às 17h

Amor e odio - a ambivalencia da mae

Amor e odio - a ambivalencia da mae
R$48,00

Disponível: Sem estoque


Descrição

Detalhes

Prefácio, 9

Introdução, 11

O amor materno, 12

Uma função vital: interditar o incesto, 13

É preciso simbolizar uma vivência destrutiva, 14

I. A MÃE "SUFUCUENTEMENTE CHEIA DE ÓDIO", 17

O real do ódio é impossível da fusão, 17

O outro traumatismo do nascimento: o parto, 18

Castrações maternas, 20

Nascimento, 20

Desmane, 21

Limpeza, 21

Psicogênese da mãe, 23

Infans, 23

Édipo, 27

Latência, 30

Puberdade e adolescência, 33

E o pai?, 38

II. CLÍNICA DO DISCURSO AMBIVALENTE, 43

Elaboração do ódio, 43

Posição depressiva, 49

Desilusão, 52

Clínica, 57

Narcisismo e culpa, 59

Culpa, falha e punição, 64

Agressividade, violência e ódio, 66

Quando as pulsões se imbricam, 67

O "capricho" materno, 71

Annelyse, 72

Tornar-se mãe, 78

Conclusão, 81

III. A ATUALIDADE DO MATERNO, 83

Mãe ferida e abandono, 83

Mãe "excessivamente" boa e a questão da psicose, 88

Mãe "excessivamente cheia de ódio" e infanticida, 92

Mãe "odiada", 95

Sabedorias, 99

Conclusão, 103

O materno e o desvinculamente social, 103

Bibliografia, 109

Sumário

Summary

O amor materno, o "verdadeiro", é o mito de um amor pacificado, não ambivalente, inteiramente devotado ao objeto. A criança submersa num processo de sobrevivência pode, num sintoma, pedir clemência e salvar assim seu desejo. Tais são as devastações do amor materno.
A mãe não ambivalente, não cheia de ódio, pode sonhar com um filho que não precisaria de mais nada, confundindo assim a necessidade e desejo: um filho então suprido que, em troca, pode desejar apenas suprir as esperanças da mãe, sendo a primeira esperança talvez a de ser suprido por ela. O que falha então é uma "suspensão" de mãe, não um silêncio materno.
Tendo o tempo feliz mãe-filho sido tomado pela vida de par, a questão do pai se introduz: não se trata nela de clivar a mulher da mãe e do filho, mas de separar o par mãe-filho. A clivagem corta e desconecta. A separação autoriza a isso, já que ela contém, na nascente, a possibilidade dos reencontros, o que a torna possível, desejável e necessariamente vital.
Fazer de seu filho um objeto real no fantasma materno é, ao lado do amor narcísico primário que tem sua origem na coesão e na segurança e que torna a criança um revelador da perda interior necessária, estabelecer uma relação, um amor fundado no Gozo, amor que visa finalmente dominar aquilo de que a mãe é objeto submetido. Em troca, a criança, fazendo eco, cativa o gozo da mãe, parece estar por sua vez submetida a um gozo insubjetivável e se cala, isto é, deixa de chamar o Outro dos cuidados maternos. A criança dita "mártir" poderia ser, segundo esta hipótese, aquela que está submetida, que se constituiu como objeto da destruição deste Outro do gozo.

Sobre o Autor

Sobre o Autor

Michéle Benhain

Psicanalista, Membro do Espace Analytique-França

Detalhes do Produto

Detalhes do Produto

editora Cia de Freud
Autor MICHELE BENHAIN
ISBN-13 9788577240173
Edição 1
Ano da edição 2007
Número de Páginas 110
Calcule o Frete

Calcule prazo de entrega e frete: