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Justiça e espirito de vingança - o que se quer quando se pede por justiça e o ressentimento do homem atual

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Justiça e espirito de vingança - o que se quer quando se pede por justiça e o ressentimento do homem atual

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UM DIAGNÓSTICO DO PRESENTE

I - A GENEALOGIA NIETZSCHEANA DA MORAL E DA JUSTIÇA

1.1 Moralidade dos Costumes, Memória da Vontade, Má Consciência e Crueldade

1.2 O Terreno Jurídico-Econômico da Troca e as Ideias de Moralidade e Justiça

II - A CRIAÇÃO DA NOÇÃO DE SUJEITO DE DIREITO

2.1 As Práticas Psi e o Governo por Individualização

2.1.1 Biopolítica e poder de normalização

2.2 Do Dever e do Direito

2.3 Do Livre-Arbítrio à Punição

2.4 O Tipo Sacerdote, o Tipo Padre, o Ressentido

2.5 A Justiça como Máscara da Vingança

III - DAS PRÁTICAS PUNITIVAS À PRODUÇÃO DO ESCÂNDALO DA IMPUNIDADE

3.1 O Enredamento no Processo

3.1.1 Modoempresarial de captura

3.2 O Elogio da Vítima e o Endurecimento do Direito Penal

3.3 A Gestação da Ideia de "Justiça Infinita":

IV- O POSSÍVEL É O FUTURO DO IMPOSSÍVEL

4.1 Resistirnão é Reagir, mas Criar

4.2 Uma Arte da Memória e do Esquecimento

4.3 Por Uma Outra Ideia de Justiça

4.3.1 A coragem da verdade

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REFERÊNCIAS

Sumário

Summary

A partir das obras de Friedrich Nietzsche e Michel Foucault, a presente obra empreende uma genealogia da formação do homem do ressentimento e do espírito de vingança, cuja atualidade pode ser identificada no funcionamento dos sistemas estatais de justiça e em todos os aparelhos e produções subjetivas que a eles se ligam e neles se apoiam, e que não cessam de produzir e promover a proliferação dos clamores justiceiros, a sede de punição e o ódio às diferenças.

O estudo começa pela análise da genealogia nietzscheana da moral e da justiça e segue abordando a criação da noção de sujeito de direito, salientando o histórico da produção de sujeitos, a emergência das práticas psi, o nascimento das noções de dever e direito, a invenção do conceito de livre-arbítrio, as características do tipo nietzscheano do sacerdote, sua associação com o florescimento do ressentimento, e, ainda, como certas práticas de vingança surgem mascaradas de justiça. Posteriormente, o foco recai nas práticas punitivas e na produção do escândalo com a chamada impunidade, colocando em relevo o enredamento das pessoas nos processos jurídicos.

Finalmente, a análise se encerra com a possibilidade de criação de práticas de resistência e com a proposta de se pensar uma nova ideia de justiça, contra julgamentos moralizadores e convicções cristalizadas. Um querer justiça que tem a coragem da verdade, porque acompanha a multiplicidade do real, a efetividade em devir, a totalidade da existência; desejando-a e afirmando-a trágica e alegremente.

Sobre o Autor

Sobre o Autor

outora pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia: Subjetividade, Política e Exclusão Social pela Universidade Federal Fluminense - UFF. Mestre em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social e bacharel em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Pós-graduada em Psicologia Jurídica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Especialista em Violência Doméstica pela Universidade de São Paulo - USP. Psicóloga do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro desde 1999, com atuações em Juizados de Infância e Juventude e Varas de Família. Autora do livro Varas de Família - Um Encontro entre Psicologia e Direito, Juruá Editora, 2009.

Detalhes do Produto

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editora Jurua
Autor ERIKA FIGUEIREDO REIS
ISBN-13 9788536250113
Edição 1
Ano da edição 2015
Número de Páginas 208
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