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Kant a freud - o imperativo categorico e o superego

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Kant a freud - o imperativo categorico e o superego

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O imperativo categórico como expressão de uma lei moral objetiva e incondicionada foi formulado por Immanuel Kant no contexto de sua filosofia prática. Mais tarde, Sigmund Freud fez referência em sua obra ao imperativo kantiano, relacionando-o ao conceito psicanalítico de superego que então nascia, inserido na estrutura do aparelho psíquico junto ao ego e ao id. Porém, o tratamento dado ao conceito filosófico pela psicanálise destaca um aspecto destrutivo e sádico da lei, aspecto esse que na filosofia prática se enquadra no âmbito da heteronomia, distanciando-se, desta forma, da lei moral kantiana. O objetivo deste trabalho é refletir sobre o sentido da apropriação do conceito kantiano de imperativo categórico na formulação do superego freudiano. Desta forma, pretende-se apontar para o deslizamento semântico que ocorre quando o imperativo categórico deixa de ter um sentido específico dentro de uma cadeia de significação e passa a se localizar fora dessa cadeia, tornando-se um significante isolado. Além de sair da dimensão consciente e racional para se localizar no plano inconsciente, o imperativo adquire um novo estatuto, isto é, o conceito passa do plano de uma lei que determina objetivamente a máxima moral para um ordenamento de gozo cego e destrutivo. É importante ter em mente que se trata da instância psicanalítica e da fórmula imperativa, dois conceitos concebidos em diferentes âmbitos do saber, um pesquisando o inconsciente e o outro buscando a autonomia da razão. Quer dizer, residem em diferentes áreas semânticas com significados próprios e interpretações distintas. Estas distinções devem estar presentes todo o tempo ao estudioso, considerando que inconsciente e razão não são equivalentes, tendo cada qual seus próprios princípios de funcionamento.

Sumário

Summary

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO - O Imperativo Categórico e o Superego

I CAPÍTULO - Filosofia Prática de Immanuel Kant - O Imperativo Categórico

1.1 A formulação da lei como imperativo categórico

Máximas e leis na literatura secundária

1.2 O aspecto formal na consideração do imperativo categórico

O conceito de forma na literatura secundária

1.3 O dever como necessitação

O dever sob a perspectiva de Otfried Höffe

1.4 O sentimento de respeito e o Triebfeder

A leitura do sentimento de respeito na literatura secundária

1.5 O interesse moral

O conceito de interesse do ponto de vista de Paton

1.6 A autonomia caminha ao lado da liberdade

A autonomia na perspectiva de Alquié - a causalidade pela liberdade

1.7 Implicações decorrentes da Dialética da razão prática pura

A perspectiva dos comentadores

1.8 Conclusões do Primeiro Capítulo

II CAPÍTULO - Conceito de Superego em Sigmund Freud

1.1 Os antecedentes do superego

1.2 A formulação do superego como lei imperativa

1.3 O superego como preço a pagar pelo ingresso do homem na cultura

1.4 Comentadores do conceito de superego

1.5 Conclusões do Segundo Capítulo

III CAPÍTULO - O Imperativo Categórico e o Superego na Literatura Secundária

Conclusões do Terceiro Capítulo

IV CAPÍTULO - Análises e Conclusões

REFERÊNCIAS

Sobre o Autor

Sobre o Autor

Leyserée Adriene Fritsch Xavier

Psicóloga, Mestre em Filosofia pela PUCPR; e Especialista em Psicologia Clínica – Abordagem Psicanalítica pela PUCPR, membro correspondente da Escola Brasileira de Psicanálise – Delegação Paraná.

Informação Adicional

Informação Adicional

editora Jurua
Categoria P.Geral
Autor LEYSEREE A. F. XAVIER
ISBN 8536224975
ISBN-13 9788536224978
Edição 1
Ano de Lançamento 2009
Número de Páginas 226
Indisponível no fornecedor Não
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